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Como deixar uma casa mais sustentável sem reformas
 
 
 
 
Brasil - Para quem não vai mais construir uma casa, mas ainda assim quer morar em um local com menos impacto no meio ambiente, mudanças graduais podem ser feitas para melhorar o espaço. O importante é lembrar que mudanças bruscas podem gerar resíduos, que também não são necessários. Por isso, use todos os recursos disponíveis até o fim, e então, na hora da troca, opte por opções mais sustentáveis.

Confira a lista de coisas que podem ser feitas no ambiente:

1. Cultive plantas. Jardins, hortas e vasos de plantas são importantes para melhorar a qualidade do ar do ambiente. Por isso, plantar, nem que sejam pequenas mudas, é importante para deixar uma casa mais sustentável. Opte por plantas nativas, que irão apresentar um desenvolvimento melhor e menos cuidados, principalmente se forem as árvores. Já as hortas melhoram também a qualidade da alimentação. 

2. Evite o uso de ar condicionado. Opte por deixar as janelas abertas ou usar o ventilador. Os aparelhos de ar condicionado utilizam muita energia para funcionar. Uma dica também é desligar o aparelho cerca de uma hora antes de sair do local, já que nesse tempo o ar permanecerá fresco.

3. Quando for trocar de móveis, opte por peças feitas de maneira sustentável e tente dar um novo uso para a peça antiga. Se não for mais reaproveitar na sua casa, doe ou venda para alguém. Se não for possível sua reutilização, tente encaminhar diretamente para uma instituição de reciclagem da sua cidade, que dará um encaminhamento correto para os materiais.

4. Troque as lâmpadas por luzes de LED. Elas podem ser mais caras, mas apresentam uma economia de até 40% em relação às lâmpadas fluorescentes e de até 88% com as lâmpadas incandescentes. Além disso, elas duram cerca de cinco anos a mais que os outros dois modelos.

5. Uma mudança simples é escolher um vaso sanitário com duas opções de quantidade de água liberada por descarga, que ajuda a diminuir o consumo desse recurso.

6. Faça a manutenção da sua casa. Pequenos vazamentos de água ou frestas de ar podem aumentar gastos com água e energia.

7. Pinte o seu telhado de branco. A iniciativa faz com que os raios solares sejam refletidos, diminuindo o calor dentro da construção. Além disso, pesquisas mostram que a iniciativa pode ajudar a diminuir o aquecimento global.

8. Quando for comprar eletrodomésticos, escolha modelos que gastem pouca energia. Eles são sinalizados com selos de eficiência do Procel e do Inmetro.

9. Um sistema de reutilização da água da chuva pelas descargas exige um pouco de obra, mas você pode coletar a água em bacias e usar para lavar as calçadas e carros, por exemplo.

10. Melhore a iluminação natural. Mantenha as cortinas abertas durante o dia e posicione móveis de uma maneira favorável. Por exemplo, coloque as escrivaninhas perto das janelas, lateralmente, sendo possível utilizar a luz do sol. Assim, se gasta menos energia elétrica.

 O Vitae Civilis, incentivado pela Green Economy Coalition, realiza uma série de encontros a fim de produzir propostas para a construção da economia verde.

Economia verde é um conceito que carrega muitas dúvidas e ainda deixa a sociedade confusa. Na busca por um consenso entre os atores envolvidos, além de esclarecimentos sobre o que é mito e o que é realidade, o Instituto Vitae Civilis, com apoio da Green Economy Coalition, entidade que reúne uma rede de empresas e organizações, realizou uma série de encontros chamados Diálogos Nacionais.

A partir desse trabalho, foi produzido um documento, apresentado no dia 19 de outubro de 2011, que representa a agenda essencial brasileira rumo à economia verde. O texto traz propostas de engajamento para dez eixos, tratados transversalmente:
• Produção Orgânica e Agroecológica;
• Práticas Sustentáveis;
• Fórum Trinacional (Brasil, Argentina e Paraguai);
• Produção, Consumo e Relações de Trabalho;
• Políticas Públicas para a Amazônia;
• Comunicação e Acesso à Informação;
• Planejamento e Controle do Uso do Solo;
• Planejamento Energético;
• Resíduos Sólidos; e
• Sociedades Sustentáveis.

Traz ainda um quadro de propostas de ações e alertas. “Dentro dessa lógica, queremos colaborar para que decisões políticas absurdas não aconteçam, como a redução do imposto sobre produtos industrializados (IPI) para fabricantes de veículos, sem nenhuma contrapartida socioambiental”, disse Aron Belinky, do Vitae Civilis.

Por ser uma definição complexa, desde o início houve a preocupação em construir conjuntamente conceitos, princípios, perspectivas (de que maneira olhar e pensar a economia verde) e prioridades. A partir daí, chegou-se a um “quadro referencial” que juntou em um único documento todas essas informações. Para isso, foram realizados diversos encontros paralelos. “Se na Conferência Ethos discutia-se a economia verde, estávamos presentes; se a discussão ocorria na FGV, íamos para lá; e por aí foi”, relatou Belinky.

O documento final apresenta propostas prioritárias e de ações, como o incentivo à agricultura a partir da produção familiar e orgânica. “Para isso, teremos de encurtar a distância entre produtor e consumidor e dar mais apoio técnico e financeiro para os produtores”, explica. Todas as outras prioridades estão atreladas a uma série de ações.

A agenda é pública e representa um guia prático de orientações que podem ser seguidas pelos envolvidos. “Nós oferecemos a agenda com informações, mas dependemos da motivação da sociedade para a implementação. Nossa responsabilidade é fazer a agenda e disseminá-la”, pondera o coordenador do Vitae Civilis.

O documento será consolidado e colocado à disposição da sociedade dentro de um mês.

Fonte: Ludmila do Prado (Envolverde), para o Instituto Ethos

Como parte do processo de revisão da ferramenta, empresas fazem uma aplicação-piloto de sua Versão Intermediária, em oficinas no Rio e em São Paulo.


Dando continuidade ao processo de revisão dos Indicadores Ethos – 3ª. Geração, o Instituto Ethos realizou a Oficina de Abertura para Aplicação-Piloto, que reuniu empresas de diferentes portes e setores para discutir e aplicar a Versão Intermediária da ferramenta. Essa etapa está inserida no processo de revisão dos Indicadores Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, com o objetivo de verificar a aplicabilidade da nova versão, identificar necessidades específicas e questões que precisem ser incorporadas ao instrumento ou ao processo de desenvolvimento da nova geração, bem como reconhecer padrões comuns às empresas, considerando os variados perfis e contextos, e fazer uma avaliação sobre a ferramenta e sua funcionalidade.

A oficina foi realizada inicialmente com dois grupos de empresas, um em São Paulo, no dia 4 de outubro, e outro no Rio de Janeiro, em 6 de outubro, reunião que contou com o apoio da Unimed Rio. Os encontros permitiram às empresas alinhar seus conhecimentos sobre a Versão Intermediária e validar a metodologia de aplicação sugerida pelo Instituto Ethos.

Nas duas oportunidades, a oficina se iniciou com uma discussão entre os os participantes sobre como os conceitos apresentados no questionário poderiam ser aplicados no dia a dia das empresas. Essa discussão levantou os subsídios necessários para a segunda parte da oficina, durante a qual os representantes das empresas fizeram a aplicação dos Indicadores com base em um estudo de caso fictício e discutiram a metodologia de aplicação.

As empresas participantes terão até o dia 18 de novembro de 2011 para enviar suas respostas ao Instituto Ethos e então receber seus relatórios de diagnóstico. Na devolutiva dos resultados, cada empresa se reunirá com a equipe do Ethos para apresentar suas críticas, sugestões, dificuldades e percepções. A partir desses comentários, será elaborado um relatório consolidado sobre o processo de aplicação-piloto, que contribuirá para Versão Final dos Indicadores Ethos – 3ª. Geração.

A Versão Intermediária foi lançada em agosto de 2011, durante a Conferência Ethos, e as empresas tiveram até o dia 9 de setembro para manifestar o desejo de participar da aplicação-piloto agora realizada. Novas oportunidades surgirão ao longo do processo de revisão, sempre divulgadas no site do Instituto Ethos.

Pela equipe de Gestão Sustentável - Ethos 

 

 


Entre os dias 7 e 9 de novembro de 2011, será realizado, em São Paulo, o 3º. Encontro Internacional da Governança da Água: Desafios Interdisciplinares. O evento, que será realizado pela Universidade de São Paulo, visa colocar em debate temas transversais e interdisciplinares na governança da água.

A ênfase é nas questões associadas com: segurança hídrica e vulnerabilidade; água e pagamento de serviços ecossistêmicos; inovação na governança da água; e mudança climática, desastres naturais e comunicação de risco. Todos estes temas serão abordados por pesquisadores nacionais e estrangeiros em quatro mesas-redondas com abordagens interdisciplinares.

A problemática em relação à governança dos recursos hídricos envolve uma multiplicidade de questões que precisam ser articuladas para se propor políticas públicas efetivas, pautadas por base conceitual, que garantam a participação dos diversos atores, tanto do poder público como da sociedade civil, no entendimento de uma visão integrada para ampliar a sua capacidade de informação e atuação.

É nesse sentido que este evento busca aprofundar e compartilhar os diversos conhecimentos das ciências, numa visão interdisciplinar, para desenvolver estudos e ferramentas conceituais.

SERVIÇO:


O quê: 3º. Encontro Internacional da Governança da Água: Desafios Interdisciplinares;
Quando: De 7 a 9 de novembro de 2011;
Local: Auditório Mário Covas, da Escola Politécnica da USP;
Endereço: Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3380, Cidade Universitária – São Paulo (SP) ;
Mais informações e inscrições: Pelos telefones (11) 3091-3330 e (11) 3091-3235

Eu sou sustentável!

O Conar está de olho nas propagandas das empresas que utilizam selos verdes apenas como estratégia de marketing. Saiba mais.



Veracidade, exatidão, pertinência e relevância. Esses conceitos já são, por si só, ligados ao tema da sustentabilidade. Mas a partir de agosto, empresas que adotaram o rótulo verde para divulgar seus produtos e serviços devem ter mais atenção a esses princípios. Isso por que o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) definiu regras que devem reduzir o espaço para uso do tema para evitar a banalização ou confundir os consumidores.

“A defesa da sustentabilidade é algo decisivo para o futuro do planeta; precisamos zelar por ela com máximo rigor”, diz Gilberto C. Leifert, presidente do Conar. “Não creio que a publicidade brasileira precise de uma norma mais rígida pois já é especialmente sensível ao tema, tanto assim
que são comparativamente poucos os casos julgados pelo Conselho de Ética envolvendo o assunto. No entanto, temos o dever de exercer o rigor mais elevado num tema tão crítico”, diz Leifert.

As normas determinam que um anúncio que cite a sustentabilidade deve conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas. Elas devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados e o benefício apregoado deve ser significativo, considerando todo seu ciclo de vida. 

O presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão, defende as medidas: “Num momento em que há um movimento para valorizar essas questões sobre sustentabilidade, essas regras vêm a calhar por que elas são orientadoras até para outras questões da sociedade. Elas podem orientar tanto interesses comerciais, na divulgação das empresas sobre seus avanços, quanto a sociedade. Mais importante ainda é que se trata de normas que as empresas aderem voluntariamente e que, a partir de casos exemplares, podem se desdobrar em políticas públicas de comunicação sobre sustentabilidade”.

Empresas devem ser coerentes

Normas como essa servem de fato para balizar o mercado com condutas éticas e de respeito à seus públicos.Mas, vale a pena para uma empresa assumir uma imagem que não condiz com suas ações? 

No final do ano passado, os institutos Ethos e Akatu lançaram a pesquisa “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a RSE”, que, entre outras conclusões, mostrou que 84% dos brasileiros não ouviram falar, não entendem ou definem errado o conceito de sustentabilidade enquanto 16% têm algum conhecimento ou acertaram a definição do tema.

A pesquisa constatou também que para escolher entre dois produtos com preços e qualidade semelhantes, 71% dos consumidores brasileiros levariam para casa aquele que possuísse agregado à marca alguma causa social. A média mundial é de 43%.

Outra pesquisa, o dossiê verde, feito pela Market Analysis e TerraChoice e divulgado pela revista Ideia Sustentável, mapeou o apelo ambiental nos rótulos de produtos brasileiros. O estudo sobre Greenwashing (maquiagem verde) apurou que, entre outras coisas, os consumidores brasileiros acreditam que um selo verde capaz de certificar a forma responsável pela qual o produto foi fabricado indica um compromisso socioambiental efetivo. Além disso, acham importante ações de investimento social privado realizadas pelas empresas e uma certificação do governo.

Naturalmente as empresas enxergam nesse nicho grandes oportunidades de abertura no mercado. Porém, muitas delas alardeiam ações duvidosas e sem respaldo, usam de artifícios para parecerem inseridas nessa tendência, confundindo o consumidor.

Para ajudar a balizar melhor ações que de fato sejam coerentes com as ações de sustentabilidade das empresas, a pesquisa criou padrões, que foram classificados como “Os Sete Pecados da Rotulagem Ambiental”. Confira:

1. Pecado do Custo ambiental camuflado – não se pode dizer que um produto é “verde” baseado apenas em um atributo ou em um conjunto restrito de atributos ambientalmente corretos. 

2. Pecado da Falta de Prova – declaração de que o produto é ambientalmente correto, sem o cuidado de apresentar dados capazes de comprovar essa pretensão. 

3. Pecado da Incerteza – acontece quando uma declaração é tão pobre ou abrangente que seu real significado acaba não sendo devidamente compreendido pelo consumidor.

4. Pecado do Culto a falsos rótulos - sempre que um produto, por meio de palavras ou imagem, transmite a impressão de que seu atributo socioambiental teve o endosso de uma terceira parte sem, de fato, contar com ele.

5. Pecado da Irrelevância - quando se utiliza de uma declaração ambiental que, apesar de verdadeira, não chega a ser importante ou útil para os consumidores que buscam produtos ecologicamente preferíveis. 

6. Pecado do “Menos Pior” - declarações ambientais que podem ser verdadeiras na categoria do produto, mas que costumam distrair a atenção do consumidor do maior impacto ambiental da categoria do produto como um todo. 
 

 

7. Pecado da Mentira - baseia-se em declarações ambientais falsas. 

fonte : Revista HSM

Atualmente, muito se fala a respeito de preservação ao meio ambiente, mas pouco se faz na prática. Confira aqui dez invenções inusitadas que respeitam a Mãe Natureza:


1 – Hotel oferece refeições de graça para quem estiver disposto a gerar eletricidade


O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca, oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade – aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.

 

 

 



2 – Bar capta energia produzida pela dança de seus frequentadores

Todas as luzes e os sons de uma “balada” gastam uma quantia considerável de eletricidade. Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.
 

 


3 – Desconto aos clientes que forem de
bicicleta

Uma casa de diversão encontrou uma maneira de atrair mais frequentadores, espantando a crise econômica, e ainda ajudar a frear as mudanças climáticas globais. Quem chega de bicicleta, ganha desconto. Segundo Thomas Goetz, dono do local “Maison D’envie”, a recessão atingiu em cheio os negócios. Consumidores que foram pedalando, ou que provarem ter utilizado um meio de transporte público, recebem 5 euros de desconto sobre os tabelados 70 euros (mais de 150 reais) para 45 minutos.

 

 

 



4 – Empresa cria impressora que não usa tinta nem papel

Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova d’água, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.
 

 

 

 


5 – Universidade constroi “telhado verde”


O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.

 

 

 



6 – Designer cria pia que utiliza água desperdiçada para regar planta

Feita de concreto polido, a Pia batizada de Jardim Zen possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. Criado pelo jovem designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia vem em bacia dupla ou modelo simples. Se você está preocupado eu ensaboar toda a sua plantinha, relaxe. Uma peça no início do canal drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta.

 

 

 



7 – Designer cria chuveiro que o obriga a sair quando já desperdiçou muita água

O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante (é, você mesmo!). O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água. Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho – seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.
 

 

 

 

 

 



8 – Designer cria interruptor que muda de cor para ensinar crianças a economizar energia


Tio é o nome do interruptor em forma de fantasma que avisa, através de sutis luzes, há quanto tempo a lâmpada está acesa. Até uma hora, a expressão do fantasminha é feliz e a luz do interruptor permanece verde. Se a luz é deixada ligada por mais de quatro horas, ele se assusta e fica amarelo. Já se o morador da casa se atreve a deixar a luz acesa por mais de oito horas, o até então amigável fantasma se zanga e fica vermelho. Com o auxílio visual e tátil, espera-se que as crianças comecem a tomar consciência do desperdício de energia logo cedo, e de uma maneira divertida.



9 – Empresa cria grampeador sem grampos para evitar poluição

Grampos de grampeador são tão poluentes que uma empresa decidiu criar um novo modelo do produto, sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele “recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas”. Se você se empolgou com a ideia, pode encomendar esses grampeadores personalizados para que sua empresa se vanglorie de contribuir para um mundo livre grampeadores com grampos.
 

 

 

 


10 – Designer cria carregador de iPhone alimentado por aperto de mão

Eis uma invenção que dará uma mão na economia de energia. Carregue seu iPhone com um aperto de mão! O conceito foi chamado de “You can work it out” – uma brincadeira entre encontrar uma solução (work it out) e exercitar-se (to work out) – e foi pensado por Mac Funamizu.




Fonte:
http://hypescience.com/as-10-ideias-sustentaveis-mais-curiosas/

 

 

Visite confraria sustentável em: http://confrariasustentavel.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

 

 

SEXTA-FEIRA, 15 DE JULHO DE 2011

REDE DE VAREJO E FORNECEDORES LANÇAM PRODUTOS MAIS SUSTENTÁVEIS

 
O consumidor brasileiro conta com mais opções de produtos com menor impacto ambiental. São 13 itens líderes de categoria - desde alimentos e eletrônicos a itens de perfumaria e higiene e limpeza – fabricados por algumas das principais indústrias de consumo do País. O projeto “Sustentabilidade de Ponta a Ponta” é uma parceria do Walmart, idealizador do programa, com os fornecedores Ambev, Danone, Kimberly-Clark, Kraft Foods, L’oreal, Mars, Nat Cereais, Philips, Reckitt Benckiser, Santher, Sara Lee, SC Johnson e Whirlpool.

Pelo programa, os fornecedores escolheram um item líder de categoria para que fosse analisado tecnicamente todo o seu processo de produção. O Walmart, mais uma vez, deu o suporte técnico representado pelo CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagens, ligado ao Instituto de Tecnologia de Alimentos, do governo de São Paulo), que durante 18 meses fez reuniões com as indústrias a fim de sugerir mudanças em qualquer fase da produção. O CETEA avalizou os resultados apresentados do início ao fim da cadeia produtiva.

"Optamos por focar produtos líderes de mercado por duas razões: o consumidor não precisa abrir mão do item de sua preferência e, ao mesmo tempo, acreditamos que podemos influenciar outros fornecedores a adotar ações semelhantes, gerando um efeito multiplicador em todo o mercado", afirma Marcos Samaha, presidente do Walmart Brasil.

Só em resíduos, os 13 produtos representam redução de mais de 250 toneladas por ano, considerando a estimativa de venda em um ano no Walmart. Pelo mesmo critério, a redução do uso de água chega a dois milhões de litros e, de energia, mais de 19 milhões de Kwh. Além disso, em relação às emissões de gases de efeito estufa, houve redução de 3.171ton CO2 equivalente, o que corresponde a uma economia de 17,3 milhões de km rodados.

Na primeira edição a empresa contou com 10 fornecedores e produtos que levaram às gôndolas a opção de uma compra consciente em prol do meio ambiente. Os itens participantes da primeira edição tiveram um crescimento médio de venda de 40%, após seu lançamento. Os resultados demonstram uma clara aceitação e escolha do consumidor pela preservação dos recursos naturais, sem ônus para o seu bolso. “Essa segunda edição do Projeto é uma demonstração de que modelo deu certo. O desafio agora é mostrar aos consumidores que essa é uma iniciativa consistente, com critérios técnicos bem estabelecidos e uma tendência para o consumo consciente”, completa Samaha.


ANÁLISE E RESULTADOS

As etapas do ciclo de vida do produto foram detalhadas para identificação das oportunidades de melhorias que levassem à redução de indicadores de consumo de recursos naturais, de energia, de emissões de GEE e de geração de resíduos sólidos, tanto industrial como no pós-consumo. Também foram identificadas ações de contribuição social e voltadas à educação ambiental. Com base na estimativa de venda anual na rede Walmart Brasil dos 13 produtos desenvolvidos no Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta, os ganhos totais foram:

- Redução de emissões de gases de efeito estufa: 3.171ton CO2 equivalente (economia de 17,3 milhões de km rodados);
- Mais espaço nos caminhões com as reduções de embalagem. Aumento entre 32% e 64% na capacidade das carretas;
- Certificação de produtos e processos, engajamento em campanhas de interesse coletivo e outras iniciativas com foco social;
- Redução no consumo de óleo diesel: 232.430 litros;
- Redução no consumo de energia elétrica: 19.27 GWh (= 19.269.869 kWh) (economia de 8,03 milhões de lâmpadas de 100W);
- Redução no consumo de água: 2.402.880 litros ou 2.402 m³;
- Redução da massa de embalagem: 79.450 kg
- Redução de resíduos (industrial ou agrícola, excluindo pós-consumo): 250.400kg.


Fonte: Excom Comunicação

 

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